Conta-se a seguinte lenda da localidade de Paradela do concelho de Penacova:
Quando andavam a transportar as pedras para construirem o mosteiro de Lorvão diziam os homens uns para os outros:
- Vamos aqui fazer uma "paradela" para descansar.
E assim se passou a chamar Paradela a esta localidade.
Beatriz Carvalho ( 3.º ano)
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
O rancho folclórico de Agrêlo ( Figueira de Lorvão)
Fui a Penacova com o Rancho Folclórico de Agrêlo onde ando. Fomos lá porque nos foi pedido.Quando chegámos a Penacova fomos trajar-nos para ir dançar. Quando chegou a hora de entrar para o palco para dançar formámos uma fila e entrámos. Quando entrámos a ensaiadora apresentou os pares. No fim dos pares estarem todos apresentados começámos a dançar. Dançámos seis modas que tínhamos ensaiado no sábado anterior na nossa sede em Agrêlo. No fim de dançarmos saímos com a música de saída.
Mais tarde saímos de Penacova e fomos à Figueira de Lorvão dançar quatro modas porque uma senhora fez cem anos de idade. No fim de dançarmos foi feita uma ligação para o Brasil para um familiar de quem tinha feito anos e ainda nos deram de jantar na festa desta senhora.
No fim todos regressaram a casa.
Leandro Rodrigues ( 3.º ano)
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Acampamento de escuteiros na Figueira de Lorvão
Em novembro, eu e alguns colegas da minha escola fomos a um acampamento que se realizou na Figueira de Lorvão. Como estava a chover o "acampamento" seria dentro da sede dos escuteiros . Mas... enquanto fomos à catequese a chuva fez "puf"...e desapareceu. No fim da catequese, como já não chovia, montámos as tendas, fizemos alguns jogos e comemos.À noite levámos o carrimate e o saco cama. Fomos então para o largo da igreja e fizemos a caçada onde escolhemos o tema do acampamento que foi sobre o Natal. Em seguida fomos para a sede, lavámos os dentes e fomos dormir.
Na manhã seguinte fomos à missa e depois da missa os nossos pais vieram-nos buscar.
Foi muito divertido esta atividade dos escuteiros da Figueira de Lorvão.
Inês Ferreira ( 3.º ano)
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Foi assim o nosso magusto da escola
O Magusto da minha escola foi muito divertido. Antes de começar o nosso Magusto o meu professor deu-nos um cartucho para nele desenharmos sobre o magusto e pintá-lo. Depois de estar feito o meu professor tirou-nos algumas fotografias e começou o Magusto.
Mais tarde todos cantamos a canção " Ó lindo outono". Os meninos das outras turmas cantaram também as suas canções.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)
Fomos buscar as castanhas. Eu e as minhas colegas comemos muitas.
Quando acabámos de comer as castanhas demos os cartuchos ao nossos professor. No fim do dia levamos os cartuchos para casa.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Culinária - Leite creme
1 litro de leite
4 gemas de ovo
4 colheres de\sopa de açúcar
4 colheres de farinha maisena1 casca de limão
Preparação
Bater as gemas com açúcar até obter uma mistura esbranquiçada. Juntar alternadamente a farinha com um pouco de leite e mexer bem. Finalmente, juntar o resto do leite e uma casca de limão.
Levar ao lume mexendo sempre até engrossar um pouco.
Depois, deite o creme para uma travessa, depois de frio, pode deitar-se um pouco de açúcar por cima e queimá-lo com um ferro apropriado.
Recolha elaborada pelo Pedro Martins e Ricardo Martins do 3.º ano
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
A minha freguesia é Figueira de Lorvão
A minha freguesia tem onze aldeias. Eu moro em Gavinhos que pertence à freguesia de Figueira de Lorvão.
A minha escola também pertence à freguesia de Figueira de Lorvão.
A Junta de Freguesia fica junto do lar de idosos. O seu presidente chama-se Pedro Assunção.
Eu gosto muito da minha freguesia e do seu presidente.
Cristiano Peça ( 3.º ano)
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O peixinho Dourado e o lápis mágico. Um livro analisado pela turma
A análise deste livro encontra-se integrado no projeto, "Promoção e Educação para a Saúde" do Agrupamento de Escolas de Penacova subordinado ao tema, "A água".
Durante cerca de um mês andámos a estudar o livro " O peixinho Dourado e o lápis mágico".
O livro falava do peixinho Dourado que vivia no mar. O peixinho Dourado resolveu visitar o seu amigo o peixinho Azul que vivia no rio Grande. Quando lá chegou viu que o rio estava cheio de lixo. O peixinho
Azul estava muito triste por causa da poluição do rio. Quem resolveu o problema da poluição do rio foi o sapo Sapudo.
Azul estava muito triste por causa da poluição do rio. Quem resolveu o problema da poluição do rio foi o sapo Sapudo.
Através da capa do livro escrevemos um texto tentando descobrir a estória escrita por Paula Viotti. Ninguém a conseguiu descobrir.
Para melhor compreendermos a estória fizemos cinco fichas de leitura.
Finalmente levámos os nossos trabalhos para casa para que os nossos pais tivessem conhecimento do trabalho desenvolvido.
Texto coletivo realizado pelos alunos do 3.º ano
Algumas opiniões dos alunos sobre o livro
Eu acho que a autora que fez a estória” O peixinho e o lápis mágico” tem razão. Se se ler a estória vê-se que os animais sentem a poluição.
A autora escreveu uma estória de exemplo, com um aviso para deixarem de poluir rios mares florestas e muitas outras zonas maravilhosas que ficam cinzentas com a poluição…
Sara Marques (3.ºano)
Eu acho que esta estória é bonita e que o autor fez uma bonita estória… Também acho que é maus as fábricas poluírem as águas. Elas devem colocar filtros para não poluírem a Natureza.
É muito mau ver a Natureza poluída como as águas do rio desta estória. Gosto muito da Natureza sem estar poluída.
Tiago José (3.º ano)
A poluição da água não é boa para nós e para os peixes. Também com a poluição da água não podemos comer os peixes porque estão doentes.
A poluição da água não é justa. As fábricas podiam comprar filtros para não poluírem as águas, só que não os compram porque são muito caros…
Gostei muito desta estória.
Cristiano Peça (3.º ano)
Algumas opiniões dos alunos sobre o livro
Eu acho que a autora que fez a estória” O peixinho e o lápis mágico” tem razão. Se se ler a estória vê-se que os animais sentem a poluição.
A autora escreveu uma estória de exemplo, com um aviso para deixarem de poluir rios mares florestas e muitas outras zonas maravilhosas que ficam cinzentas com a poluição…
Sara Marques (3.ºano)
Eu acho que esta estória é bonita e que o autor fez uma bonita estória… Também acho que é maus as fábricas poluírem as águas. Elas devem colocar filtros para não poluírem a Natureza.
É muito mau ver a Natureza poluída como as águas do rio desta estória. Gosto muito da Natureza sem estar poluída.
Tiago José (3.º ano)
A poluição da água não é boa para nós e para os peixes. Também com a poluição da água não podemos comer os peixes porque estão doentes.
A poluição da água não é justa. As fábricas podiam comprar filtros para não poluírem as águas, só que não os compram porque são muito caros…
Gostei muito desta estória.
Cristiano Peça (3.º ano)
sábado, 3 de novembro de 2012
Escutismo. O acampamento Jota joti
No fim de semana eu e muitos escuteiros estivemos num acampamento em Coimbra. A minha mãe levou-me no sábado de manhã para o seminário em Montes Claros, onde ficámos acampados.
O acampamento Jota joti foi para falar através de ondas de rádio e internet com escuteiros de todo o mundo e para comemorar os 85 anos dos escuteiros de Coimbra.
No sábado montámos as tendas, fizemos jogos e almoçámos. À tarde andámos pelas ruas de Coimbra, fomos ao museu da água e visitámos o mosteiro de Santa Clara a Velha. Fomos almoçar nas cantinas da Universidade de Coimbra. Assistimos a um conserto solidário para ajudar a instituição de São Francisco de Assis e mais tarde fomos dormir.
No domingo desmontámos as tendas e arrumámos as mochilas. Depois estivemos a falar pela internet com outros escuteiros e fomos almoçar. Mais tarde voltámos para nossas casas.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Carros antigos passaram em telhado
Num dia de primavera com muito sol a brilhar e quentinho, era um sábado,eu acordei com um barulho de muitos carros. Fui à varanda da minha casa e vi passar carros muito antigos, eram bonitos e diferentes dos que todos os dias passam na minha rua.
Todos os carros tinham um número e os pilotos tinham um capacete na cabeça. Quando passou o último carro veio o jipe da GNR, tinha terminado o desfile dos carros antigos.
Foi uma bela manhã.
Tiago Oliveira ( 3.º ano)
Todos os carros tinham um número e os pilotos tinham um capacete na cabeça. Quando passou o último carro veio o jipe da GNR, tinha terminado o desfile dos carros antigos.
Foi uma bela manhã.
Tiago Oliveira ( 3.º ano)
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Alagôa, uma aldeia pequenina
A minha terra é pequenina. Tem duas fontes, uma já é muito velha e a outra é mais nova mas também já é um bocadinho antiga. A mais nova foi onde eu sempre esperei pela carrinha para ir para a escola desde a pré até ao terceiro ano Uma das fontes já não tem torneira.
Hugo Ricardo ( 3.º ano)
Subscrever:
Mensagens (Atom)




